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Grupo preso no PI vendia 180 mil litros de combustível adulterado por mês

10/11/2014 15h52 - Atualizado em 10/11/2014 15h52

Grupo preso no PI vendia 180 mil litros de combustível adulterado por mês

Oito pessoas foram presas e 200 mil litros de gasolina apreendidos.
Polícia diz que organização criminosa vendia o combustível em todo estado.

 

Grupo criminoso comprava combustível abaixo do preço de mercado (Foto: Catarina Costa/G1)Grupo criminoso comprava combustível abaixo do preço de mercado (Foto: Catarina Costa/G1)

O grupo preso em Teresina suspeito de adulterar combustível chegou a comercializar cerca de 180 mil litros de gasolina e diesel por mês. Segundo o delegado geral James Guerra, oito pessoas foram presas, entre elas dois caminhoneiros que repassavam a um preço abaixo do mercado o combustível puro que seria modificado pela organização criminosa. A Polícia Civil realizou a Operação Bomba D´água e conseguiu localizar em um galpão na Avenida do Ipês, Zona Sudeste de Teresina, cerca de 200 mil litros de gasolina adulterada.

Conduzidas por homens do 5º Distrito Policial e do Grupo de Repressão ao Crime Organizado, as investigações que duraram três meses foram iniciadas após uma denúncia e levaram até uma organização criminosa que comprava, adulterava e revendia combustível em pontos distribuídos por praticamente todo o estado.

Delegado Geral James Guerra apresenta resultados da operação Bomba D`água (Foto: Catarina Costa/G1)Delegado Geral James Guerra falou sobre operação
Bomba D`água (Foto: Catarina Costa/G1)

“Eles fazem parte de uma organização criminosa e tinham inclusive vários postos no sul do estado, mas que vendiam em outros pontos por todo o território piauiense. Eles comercializavam cerca de 6 mil litros por dia, o que dá quase 180 mil litros todo mês”, revelou a polícia.

Além da apreensão do combustível adulterado, os policiais encontraram outras irregularidades no galpão que poderiam pôr em risco toda a área.

“Encontramos 200 mil litros de combustível adulterado e também localizamos um tanque ilegal dentro da área. É um local de alto risco porque poderia haver explosões. Como o local fica perto de uma faculdade, se tivesse ocorrido o pior, seria uma verdadeira tragédia”, destacou o delegado.

Um dos agentes que participou da operação explicou ainda como era feito o processo de adulteração e aquisição da matéria-prima por parte dos criminosos. Outro detalhe apresentado era que a organização utilizava inclusive o trabalho de adolescentes no trato com o combustível feito manualmente.

Galpão utilizado para adulterar combustível funcionada numa transportadora (Foto: Catarina Costa/G1)Galpão utilizado para adulterar combustível funcionada em transportadora (Foto: Catarina Costa/G1)

“Eles compravam a gasolina por R$ 1,80 o litro e o óleo diesel por R$ 1,40 dos caminhoneiros. Depois rompiam o lacre do tanque dos caminhões e faziam o procedimento acrescentando água e outros solventes na mistura. Aí era só revender por um valor abaixo do preço de mercado. Nessa operação, observamos também a participação de menores no processo de adulteração”, contou.

As oito pessoas presas foram liberadas ainda na noite de domingo (9) após uma ordem judicial e pagamento de fiança. Segundo o delegado James Guerra, a liberação não seria possível devido os crimes nos quais os suspeitos foram enquadrados.

"Os crimes nos quais eles foram enquadrados não cabiam fiança. Realmente não sabemos o que aconteceu. Até o momento não fechamos todos os delitos que eles praticaram, mas já sabemos, preliminarmente, que eles irão responder por furto de combustível, lavagem de dinheiro, associação criminosa, crime ambiental e crime contra o consumidor", ressaltou.

Durante a operação vários caminhões e carros particulares foram apreendidos. Ainda conforme James Guerra, as investigações irão prosseguir e outras pessoas ainda podem ser presas.

"A investigação continua. Os indivíduos que foram liberados serão indiciados mesmo não estando presos agora, pelos crimes já listados e até por outros", finalizou o delegado.

 


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